imageASM                                                                      Por: Zelinda Orlandi Hypolito

Se droga fosse ruim, ninguém se viciaria.

Ninguém se vicia em martelada no dedo… talvez os masoquistas.
 

       Toda droga tem uma egrégora (uma energia que tem vida própria e que é criada e alimentada pelos usuários) extremamente forte, tem um departamento de marketing tremendamente eficiente mostrando as maravilhas alcançadas pelo seu uso.

      Bem, a princípio, realmente a droga parece fantástica, torna a pessoa descontraída, simpática, auto confiante e por aí vai…
 

      Mas depois, com o tempo, ela (a droga) começa a se sentir mais segura e vai tornando-se exigente, ranzinza, mal humorada, até que ela não tem mais medo de ser abandonada e pronto, você está nas garras dela. Daí em diante o comando muda de lado, não há mais escolha, você não é mais livre, você depende dela. Agora ela é sua dona e já pode mostrar seu verdadeiro caráter…

        Ela quer sua vida, ela vive através de você e o lado negro que agora aparece pede o seu aniquilamento, a sua destruição, você está condenado por ter se tornado mais fraco que ela.
 

        Todas as drogas agem de maneira similar, porém, no caso do álcool, a dificuldade é muito maior.

        Existem os bebedores pesados, que fogem de si próprios através da bebida e existem os alcoólatras.
 

        Os primeiros conseguem parar de beber, os segundos, podem ficar anos sem beber, mas quando bebem não conseguem tomar um copo só, eles não são viciados, são doentes. Existe uma predisposição orgânica e fatores psíquicos ou de personalidade que favorecem sua instalação. O organismo “defeituoso” que não sabe “lidar” com o álcool, não o elimina adequadamente  e vai se habituando progressivamente a funcionar sob intoxicação chegando a um ponto em que, se não receber mais álcool,  perderá inteiramente a capacidade de ação. Agora o indivíduo está em dependência química, é alcoólatra.
 

        O álcool é a porta de entrada para todas as outras drogas, conseguiu o 2º lugar como causa de morte, é responsável por 75% dos acidentes de trânsito, 45% das internações psiquiátricas, pode levar ao suicídio,  causar invalidez precoce, destruir lentamente o físico e por aí vai…

        Mas o “lado bom” do álcool, é que ele não tem preconceito, ele atinge qualquer pessoa de qualquer classe sócio econômica com a mesma dedicação e intensidade.
 

        O mais assustador é que, de cada 100 pessoas, de 12 a 15,  tem esta doença.

         Como saber e como evitar?  Qual a forma de se combater as drogas, principalmente o álcool?

Conscientização.

    O álcool, de todas as drogas, é a mais perniciosa e dissimulada. Ele é visto de uma maneira simpática e é até incentivado na sociedade, como um remédio fantástico para liberar as pessoas. Inclusive é considerado um símbolo de masculinidade e neste país, onde o machismo é incentivado, as mulheres tendem a se portar como os homens para sentirem-se liberadas.
 

O que tem acontecido? Um número muito maior de mulheres  desenvolveram o alcoolis-mo. A juventude também está sendo atingida cada vez mais cedo, na busca de se sentir adulta e dona de si. Qual o resultado? O alcoolismo, que se instala lentamente, tem um campo fértil para se desenvolver.

          Se quisermos uma vida melhor para nossos jovens, não adianta culpar o mundo, o mundo é um reflexo de nossas atitudes. Adianta sim, conhecermos o inimigo, tomarmos ciência de sua força e agir.
 

          Se uma criança tem tendência a dependência do álcool, que ela não seja incentivada pelo desco-nhecimento de seus pais. Muitas vezes, uma brincadeira aparente-mente inocente, pode despertar um monstro adormecido. A única saída é a conscientização.

          “Sozinhos não podemos mudar o mundo”. Talvez sim, talvez não. Mas podemos tentar.

           Entretanto, as grandes mudanças sempre começam na cabeça de alguém, que teve uma idéia, colocou em prática e contaminou os outros.
 
 

Texto da Zelinda baseado no livro: “Alcoolismo: O Livros das Respostas”
de Emanuel Ferraz Vespucci e Ricardo Vespucci
Pedidos pelo telefone: 0xx 11 4122.2329 & e-mail: e.vespucci@bol.com.br

    Zelinda Orlandi Hypolito

        Psicóloga Clínica com especialidade em Regressão de Memória. No Imagick é: 
    Pontifice Solaris do I.I.E. (Imagicklan, a Irmandade das Estrelas);
    Vice-Presidente do Instituto de Pesquisas Psíquicas Imagick;
    Coordenadora de todas as atividades da Cidade das Estrelas; 
    Co-criadora de todos os cursos regulares promovidos por esta entidade.

    Telefones: (11) 3031.3076 – (11) 3813.9187 – (11) 3813.4123
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    Email : zelinda@imagick.org.br

    e-mail: zelinda@imagick.org.br

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