Testemunho de uma criança

Olá Arsenio, recebi orientação espiritual para lhe passar o texto abaixo.

Tenho certeza que você descobrirá o porque.
Estou com saudades.
Muita paz.
Beijos
Glória.

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Quem o seu filho está escolhendo para protegê-lo?

Será que esta é a realidade das nossas crianças hoje?

Esta é uma história verdadeira, relatada por  uma criança de 6 anos de idade a quem vamos chamar P.C.A.

 

imageE3QFui procurada para uma consulta de Terapia Floral por uma mãe que se sentindo ameaçada pela professora de seu filho de não querer mais aceita-lo na sala de aula, pois o mesmo estava furando todos os colegas com agulha, prego, lápis, alfinete, jogando alfinete na professora com o estilingue.

Por “coincidência” naquela mesma semana ao abrir um dos nossos jornais populares e ver a foto de um bandido, o comentário do filho foi “Quando eu crescer quero ser igual a este aqui”, apontando para a foto do jornal.

Ao ser chamada  pela professora a mãe ligou os dois fatos percebeu que o filho podia estar com um problema sério e entrou em desespero. Até então sabia que seu filho era apenas mais uma criança rebelde, mas não tinha consciência da gravidade do fato. Busca hoje na terapia Floral a solução para a suposta rebeldia do filho.

 

Concebido de um casamento infeliz, P.C.A. passou a ser o fruto de uma gravidez indesejada. Rejeitado desde a sua concepção, ao vir ao mundo presenciou uma dificuldade que já existia no relacionamento, se intensificar levando à separação de seus pais. A partir daí a mãe de P.C.A. passou a deixá-lo com a avó, para trabalhar e o pequeno  P.C.A., que já se sentia rejeitado antes, acrescenta a isto agora, o sentimento de abandono,  pois a mãe tendo escolhido a área de enfermagem, passa a fazer plantões noturnos também. Bem o  resultado já dá para deduzir …

Aos dois anos de idade P.C.A. foi levado a um dos Shoppings de São Paulo e por ironia do destino perde-se da mãe. Começou a chorar e no seu desespero pede ajuda.

imageIG4Relato de P.C.A.:  “Eu estava desesperado, sentia muito medo naquele momento, então falei:  “Que  qualquer coisa me ajude” eu não sabia como pedir ajuda e nem para quem eu podia pedir ajuda então disse “qualquer coisa”. Foi então que “ele” apareceu. Sorriu para mim e disse eu vou ajudá-lo e fez uma “mágica” então minha mãe apareceu para me pegar. Agora todos os dias “ele” vem me ver, parece um anjo, entra pela janela do meu quarto voando com as asas vermelhas outras vezes as  asas dele são de muitas cores, ai “ele” encosta o dedo na minha boca então eu acordo, outras vezes ele entra pela minha boca mesmo e fica bem no meu coração. Ele me ensinou a mexer na televisão e por os filmes de terror. Disse que era bom para mim, me ensinou a jogar vídeo game e assoviar, a cruzar as mãos, pediu pra arranjar umas agulhas, pregos e tudo o que tinha ponta que ele ia me ensinar a me defender e acertar as contas com os meus inimigos, pediu para arranjar dois estilingues um pra mim e outro pra ele, mas ele disse que eu posso usar o estilingue dele se eu precisar. Olha (se dirigindo a mim) faz tempo que eu tenho este amigo invisível nunca contei a ninguém porque ele me pediu, só estou contando a você. Só que você tem de me prometer que não vai contar para minha mãe”. E é claro que fiz a promessa ao P.C.A. de jamais revelar para a mãe a respeito do seu amigo invisível, por isso estou usando aqui apenas as iniciais do seu nome para não fugir a promessa que fiz a ele. Porém estou a me perguntar Por que P.C.A. escolheu a mim para contar sobre o seu “amigo”?

filipeta

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