A Psicofisiologia trata das questões da psicologia que relacionam o comportamento com as bases biológicas.

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Psicofisiologia, portanto, é o ramo biológico da psicologia que estuda as relações mentais e as funções físicas.

A Psicofisiologia procura o entendimento da relação corpo-mente e dos processos psíquicos com os fisiológicos.

glandulasPor trás dos olhos, na base do cérebro, protegida por uma câmara de osso craniano, encontra-se a glândula pituitária. Seu peso é de apenas meio-grama, aproximadamente. No entanto, muitas funções normais do corpo e da mente dependem da atividade deste pequeno órgão. Tem ele sido chamado de “glândula-mestre”, “regente da sinfonia endócrina”, e outras coisas que sugerem seu poder para afetar o corpo e a mente, em alto grau, por seu funcionamento.

Do ponto de vista anatômico, as estru­turas que elaboram certos fluidos químicos (denominados hormônios) e os injetam diretamente na corrente sanguínea, sem ajuda de um dueto, são conhecidas como glândulas endócrinas. As glândulas endócrinas são reconhecidas, não somente como essenciais à vida, mas, também como órgãos que afetam processos mentais. Com efeito, alguns foram ao ponto de relacionar certas glândulas, positivamente, com determinados centros psíquicos. As principais glândulas incluídas nesta categoria são: a pituitária, a tireoide ou tiroide, as paratireoides, o timo, as suprarrenais, o pâncreas, e as gônadas (ou glândulas sexuais). A pineal é também considerada glândula endócrina, embora seu hormônio específico seja contestado por algumas autoridades.

Se o funcionamento dessas glândulas só envolvesse crescimento e bem-estar físicos, elas seriam de pouco interesse para o estu­dante de misticismo, porém, como elas afetam a certo grau nosso comportamento, nossas reações mentais e emoções, isto as faz sumamente interessantes para todos, pois, as emoções são expressões da mente subjetiva. Muito mais importantes se tomam elas quando consideramos que seus hormônios atuam duplamente; isto é, o hormônio que produz uma alteração fisiológica também produz modificação de reação mental. Por isto o estudo das glândulas endócrinas inflamou a imaginação dos estudantes.

Alterações

Estaremos então à mercê de alguns gramas de tecido glandular, distribuídos por várias partes do corpo? Como podemos fazer com que eles nos sirvam? Ou devemos nós servir a eles? Estas são apenas algumas das questões que vêm à mente do estudante, quando ele toma consciência do poder dessas glândulas. Presume-se que ele não está basicamente interessado nas alterações fisio­lógicas do corpo, tanto quanto nas alterações psicológicas. Existem muitas obras que tratam dessas alterações mentais, mas este artigo apresentará uma concepção diferente dessas glândulas. Grande parte dos dados experimentais apresentados mencionará alte­rações físicas resultantes de estimulação glandular, porém, como já foi dito, cada alteração física é acompanhada de uma correspondente alteração mental. Será por­tanto admitido que, se a estimulação física ou mental de uma glândula pode produzir uma alteração física, deve necessariamente provocar uma desejada alteração mental.

A pituitária controla o crescimento do corpo e, também, o crescimento e o funcionamento da tiroide, das suprarrenais, e dos órgãos e glândulas sexuais. Estas três glându­las estão sob estreito controle da pituitária e agem em cooperação com a mesma. Na mu­lher, o processo cíclico de ovulação depende da cooperação entre a pituitária e as gônadas; esta interdependência também existe nos animais inferiores, embora eles não manifestem o ciclo de ovulação por todo o ano. Os seguintes exemplos mostram como a luz e impulsos psíquicos podem estimular o processo fisiológico de ovulação e desenca­dear, ao mesmo tempo, as reações emocio­nais normais que o acompanham.

No inverno, não há procriação entre os furões; na fêmea, os ovários permanecem inativos durante essa época, não apresentan­do as alterações cíclicas características da ovulação. No entanto, se a fêmea é exposta a luz artificial por várias horas, durante o inverno, o ciclo de ovulação se mantém. Esse reflexo à luz ocorre entre a retina e a pituitá­ria, mas o córtex visual do cérebro não é envolvido na completação do reflexo (ou seja, o animal poderia ser cegado pela remoção da parte do córtex cerebral que permitiria a interpretação de luz na cons­ciência, e mesmo assim ocorreria ovulação). Reflexo análogo é observado na pomba; ela não tem um ciclo de ovulação definido, mas apresenta-o, usualmente, na presença do macho. No entanto, a ovulação é estimulada se um espelho é colocado na gaiola da fêmea isolada. Também neste caso, estímulos visuais levam a descargas do hormônio excitante das gônadas.

São bem conhecidas as acentuadas alterações físicas, psicológicas, e emocionais, que surgem na vida de todo menino e toda menina, quando o complexo das glândulas, pituitária, suprarrenais, tiroide e gônadas, desencadeia as mudanças da puberdade. É perfeitamente natural que a puberdade ocorra no início da adolescência; no entanto, uma pesquisa de âmbito nacional revelou que crianças criadas totalmente no ambiente de cidade grande passam pela puberdade dois a três anos antes que crianças criadas no meio rural. Acredita-se que isto se deva ao acelerado ritmo da vida da cidade, em contraste com a vida relativamente tranquila e menos tensa do campo. O mesmo fenôme­no se observa em período de guerra, quando a puberdade ocorre mais cedo durante a guerra do que em época de paz.

Embora a pituitária regule a atividade das demais endócrinas, ela não é uma glân­dula “auto reguladora”. Para esclarecer este ponto, examinemos a estrutura da pituitária. Ela está dividida em três lóbulos. O lóbulo anterior estimula o crescimento do corpo, o crescimento e o funcionamento das glându­las sexuais, a produção do leite materno, o crescimento e o funcionamento da toroide e das suprarrenais, e trabalha em conjunto com o pâncreas e o fígado na combustão ou utilização dos carboidratos. Esse lóbulo anterior é desenvolvido do palato do em­brião e é provido de grande número de vasos sanguíneos e feixes nervosos.

O lóbulo posterior da pituitária é derivado do tecido nervoso do cérebro. Os hormônios desta parte da glândula estimu­lam o aumento da pressão sanguínea, o incremento da urina, suscitam contração dos músculos do útero quando a mãe está em trabalho de parto, e ajudam o lóbulo ante­rior no aumento do leite materno. Esse lóbulo posterior atua também para aumentar a secreção ácida no estômago. O lóbulo central ou intermediário liga os lóbulos anterior e posterior.

A pituitária se estende do cérebro, por meio de um pedículo de massa cinzenta, e se assemelha a um cogumelo invertido projetando-se da parte inferior do cérebro. Muitos feixes de nervos provenientes da área do hipotálamo atravessam esse pedículo e vão se ligar ao lóbulo posterior da pituitária. O hipotálamo tem sido objeto de muita expe­rimentação. Os resultados têm demonstrado que muitos estados psíquicos, que antes se acreditava serem produzidos pela pituitária, na realidade provêm dessa área do cérebro, e não da própria glândula. Entretanto, o hipotálamo não deve ser considerado um centro emocional, pois, ele funciona como uma estação de retransmissão. Feixes nervo­sos oriundos dos centros superiores do cérebro (ou centros psíquicos) nele termi­nam e se ligam a outros feixes que se dirigem aos lóbulos anterior e posterior da pituitária; outras dessas fibras nervosas descem pela medula espinhal, para depois penetrar no sistema nervoso autônomo, do qual se ligam ao coração, aos vasos sanguíneos, à tiróide, às suprarenais, ao estômago, e a outras partes internas. No cérebro, portanto, está a origem das fibras nervosas que finalmente formam os nervos simpáticos e parassimpáticos.

O hipotálamo pode ser encarado como uma chave elétrica tripolar de um sistema telefônico, pela qual impulsos provenientes dos centros mentais superiores do cérebro podem ser ligados à pituitária e ao sistema autônomo, e estes, por sua vez, ligados entre si. A estimulação dos núcleos posteriores do hipotálamo produz no corpo as mesmas reações da super estimulação da divisão sim­pática do sistema autônomo, ou seja, acele­ração do batimento cardíaco, elevação da pressão sanguínea, dilatação das pupilas, ere­ção dos pelos, acuidade mental, e inibição dos processos digestivos. A importância do hipotálamo em relação à pituitária fica demonstrada pelo fato de que, se certas porções do hipotálamo são destruídas, as fibras nervosas do pedículo da pituitária degeneram, seguindo-se a degeneração do lóbulo posterior da própria glândula. Lesões produzidas no hipotálamo provocam grande variedade de alterações, dependendo da localização e da extensão das lesões. Toda a gama de reações emocionais pode ser produ­zida, desde o estupor letárgico e a catalepsia, à fúria. Embora o hipotálamo seja uma porção do cérebro, e não uma glândula endócrina, sua função demonstra que a pituitária está sobre a influência de centros superiores da mente e é por eles regida.

A Tiroide

A glândula toroide está situada abaixo e de ambos os lados do “Pomo de Adão”. É uma das mais importantes glândulas endó- crinas, comumente chamada de “para-choque” do corpo, porque funciona em estreita ligação com as suprarrenais e é a glândula que auxilia no ajuste do organismo físico ao ambiente emocional. A tiroide produz uma substância denominada tiroxina, que age como estímulo para o sistema nervoso. Há, contudo, uma outra função que é por ela regulada; trata-se das radiações de ondas-curtas emitidas pelas células do corpo. Os estudantes que fizeram o curso da Uni­versidade Rose—Croix em 1942, estarão lem­brados dos trabalho sobre quimiluminescência, do Departamento de Pesquisa da Rosecruz. Naquela ocasião, o Dr. Atherton Whaley, Ph. D. e Instrutor de Química da Universidade, fez com que certas substâncias químicas reagissem, produzindo luz e uma quantidade quase imperceptível de calor.

O Dr. George W. Crile, em seu livro, Os Fenômenos da Vida, afirma que radiações quimiluminescentes (bioluminescentes) ocor­rem em todos os tecidos vivos. Elas são particularmente visíveis no vaga-lume, devi­do à transparência de seus tecidos externos.

     Se o tecido humano — músculo, pele, nervo, ou outro tecido qualquer — for cortado numa camada suficientemente fina e oxidado com suficiente rapidez, essas radiações bioquimiluminescentes serão sufi­cientemente fortes para impressionar uma chapa fotográfica. Em porções de tecido mais espessas, elas são absorvidas pelas células mais opacas e não se registram visivelmente. Ora, as radiações dos tecidos vivos não são totalmente quimiluminescentes. Todas, porém, situam-se na faixa de ondas-curtas e variam do infravermelho ao ultravioleta. Estes fatos podem parecer um tanto áridos, até considerarmos que essas radiações de ondas-curtas são utilizadas nas células e constituem a base do crescimento e do bem-estar.

Foi descoberto, nos experimentos do Dr. Crile, que as duas substâncias que causavam a mais rápida oxidação do tecido e, portanto, a maior radiação de energia de ondas-curtas, eram os extratos da tiroide e das suprarrenais. Diz ele: “O hormônio da tiroide exerce efeito sobre as células nervosas das glândulas suprarrenais e as células ganglionares de todo o sistema simpático (autônomo), aumentando as reguladoras radiações de ondas-curtas… Como o sistema nervoso controla todo o corpo, a tiroide rege a quantidade de radiações de ondas-curtas no mesmo; e, portanto, é um dos principais órgãos dirigentes do corpo. Quando uma quantidade excessiva de hormônio da tiroide penetra na corrente sanguínea e, por conseguinte, nas células cerebrais, isto provoca um aumento das radiações de ondas-curtas, acima do normal — a consciência é intensificada — e obser­vam-se tensão nervosa, perturbação emocio­nal, insônia, e a intensificação de todas as reações”.

“O homem tem a maior tiroide, relati­vamente a qualquer outro animal, e a mais intensa atividade mental, emocional e física. Deve ele estas características ao desenvolvi­mento relativamente maior do cérebro, que, em colaboração com a tiroide, produz a necessária quantidade da poderosa radiação de ondas-curtas”.

A citação acima facilita o compreen­dermos que, numa pessoa com a tiroide sadia, temos uma mente perspicaz e inquiridora. Essa pessoa está continuamente alerta, é progressista e competitiva. Inversamente, percebe-se claramente que uma tiroide deficiente produziria obtusidade, cansaço físico, apatia, e incapacidade para lidar com os problemas da vida. Queira notar o leitor, porém, que a atividade normal da tiroide não implica um indivíduo honrado; proporciona mente perspicaz, com habilidade para rápido ajuste, e isto, aliado a um caráter forte, pode produzir retidão moral, ao passo que uma tiróide deficiente provoca obtusidade e dificuldade de ajuste, tornando-se a irrespon­sabilidade o caminho de menor esforço.

Como já foi mencionado, as suprarrenais, também sob o controle da pituitária, agem em estreita harmonia com a tiroide. As suprarrenais estão situadas sobre os rins. Têm sido referidas como as glândulas do “lutar ou fugir”. São um desenvolvimento do tecido cromafínico embriônico — fato altamente significativo para os estudantes da Rosacruz, visto que as células ganglionares simpáticas provêm do mesmo tecido e, nos pontos em que as fibras nervosas simpáticas terminam, nos diferentes órgãos internos, é produzida uma substância quase idêntica à adrenalina, com a passagem do impulso nervoso simpáti­co.

Cooperação

As glândulas suprarrenais estão divididas em duas partes: uma camada externa ou córtex, e uma porção interna denominada medula, que produz o hormônio, adrenalina, que tem ação específica na estimulação autônoma e, especialmente, na aceleração do batimento cardíaco. A estreita coopera­ção entre as suprarrenais e a tiroide é clara na seguinte citação de Crile: “Quando os órgãos que controlam a radiação de ondas-curtas, ou seja, a tiroide e as suprarrenais, são completamente extirpados, a quantidade de radiação de ondas-curtas é tão reduzida que o estado normal de consciência passa a ser uma regressão a um nível de sonolência, obtusidade e inércia. Na ausência das suprarrenais, o hormônio da tiroide perde seu efeito específico e, também, na disfunção da tiroide, a adrenalina perde seu efeito especí­fico … A adrenalina causa aumento imedia­to da condutibilidade e da temperatura do cérebro, e diminui a condutibilidade e a temperatura de todos os demais órgãos”.

Já aprendemos que a tiroide auxilia o aumento das radiações de ondas-curtas e as suprarrenais aumentam a condutibilidade das células cerebrais. Devido a essas radiações de ondas-curtas, o homem se assemelha a uma estação de rádio, com a tiroide. determinan­do a frequência de irradiação, as suprarrenais fornecendo a energia, e a mente determinan­do a natureza do programa a ser irradiado ou projetado para cada célula do corpo e para a nossa aura.

Na mulher, as gônadas ou glândulas sexuais consistem dos ovários. Eles começam a funcionar na puberdade e produzem os hormônios responsáveis pelas características sexuais femininas secundárias, isto é, desen­volvimento dos órgãos sexuais, silhueta fe­minina e pelos pubianos. Além dos hormô­nios, os ovários, por influência da pituitária, liberam um óvulo cada vinte e oito dias.

Analogamente, as gônadas masculinas ou testículos são responsáveis pelas caracte­rísticas sexuais masculinas secundárias, isto é, mudança de voz, barba, pelos pubianos, e desenvolvimento dos músculos. Além do hormônio masculino, os testículos produzem os espermatozoides.

As gônadas são as glândulas de criação. Essa energia criativa pode ser utilizada tanto no plano físico como no plano mental. Não há dúvida de que os hormônios dessas glândulas contribuem basicamente para a nossa saúde mental, emocional e física, de modo que seu funcionamento normal e sua cooperação com as demais glândulas do sistema endócrino constituem um requisito fundamental.

O pâncreas é mais um membro da família endócrina. Produz uma secreção que auxilia a digestão do alimento, depois que este passa do estômago para o intestino delgado. Além disso, certas células do pâncreas produzem um hormônio funda­mental para a combustão de carboidratos e gorduras. Nenhuma faculdade psíquica espe­cial foi atribuída ao pâncreas; entretanto, isto não o toma absolutamente menos importante para o desenvolvimento psíqui­co. O pâncreas está situado logo abaixo do estômago e do plexo solar, e funciona em estreita cooperação com as paratireoides; tanto estas como aquele são antagônicos à pituitária e servem para mantê-la em equilí­brio. O pâncreas é uma das primeiras glându­las a sofrer quando o corpo é submetido a prolongado esforço de tensão nervosa. A deficiência de hormônio pancreático resulta em diabetus milletus, condição comumente chamada de “diabetes sacarino”. Esta espécie de diabetes tem sido chamada de doença da inteligência, pois, em geral, os estudantes são particularmente suscetíveis de tensão nervosa. Embora nem todos os estudantes tenham diabetes, a maioria dos diabéticos pertence a esta classe. Muitas pessoas diagnosticadas como “hipoglicêmicas” podem se tornar diabéticas, a menos que o desequilíbrio glândula/tensão seja corrigido.

As glândulas paratireoides consistem de quatro corpúsculos situados logo atrás da tiroide. Elas são absolutamente necessárias à vida e regem o metabolismo do cálcio. Sua extirpação produz aumento da irritabilidade dos nervos periféricos, fraqueza muscular, tetânia, e morte.

Harmonia

Nunca se poderá enfatizar demais o fato de que todos os centros psíquicos do corpo, inclusive as glândulas endócrinas, devem funcionar em harmonia. Não convém o estudante escolher uma glândula em particu­lar e tentar estimulá-la, isoladamente, por muito tempo, a menos que, naturalmente, tenha ele alcançado um ponto de suas lições semanais em que isto lhe seja recomendado. Mesmo assim, em geral lhe é recomendado estimular grupos de centros, ao invés de um centro isolado, e é também estabelecido um limite de tempo.

Somos todos almas viventes e, devido ao nosso desenvolvimento ao longo de eras passadas, cada qual tem certos grupos de centros relativamente mais ativos do que outros, no corpo psíquico. Nesses pontos de atividade excepcional do corpo psíquico, uma correspondente harmonia, ou desarmo­nia, se manifestará no sistema glandular do corpo físico. Nossas glândulas são o que são devido à nossa própria atividade, ao nosso desenvolvimento e às nossas experiências, e não o contrário.

O homem tem os mesmos tipos de glândulas dos animais inferiores, e sua função em ambos os casos é de manter o organismo num estado de unidade e indivi­dualidade. Que glândula poderia produzir uma substância que, injetada na corrente sanguínea, fizesse o homem amar ao seu semelhante como a si mesmo? Nenhuma. Esses impulsos pertencem à natureza supe­rior, universal, do homem. São expressões de uma personalidade em adiantada evolução. Uma vez que o homem tenha incluído esses princípios superiores em seu código de caráter e tenha evoluído ao ponto de aspirar a nobres ideais, então, e somente então, poderão as glândulas auxiliar muito o seu progresso.

Portanto, não lamentemos o fato de nossas glândulas estarem retardando o nosso desenvolvimento; antes, aliemos a mente objetiva à subjetiva, treinemos nossos ouvidos para escutarem a voz da alma e nossa vontade objetiva para obedecê-la. Dirijamos as forças curativas para a normali­zação de qualquer desarmonia do Eu físico, a fim de que sejamos fonte de auxílio e inspiração para aqueles que o Cósmico ponha em nosso caminho.

por H. Arvis Talley, B.S.D.C,F.R.C.

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