Ø O desconhecimento da ciência ocidental sobre a vida fora do planeta Terra não significa que a mesma não exista (deve ser entendido literalmente e materialmente)
Ø Alguns cientistas ainda querem sustentar o pragmatismo anterior do método ‘científico’ mecanicista.
Ø A evolução é que permite a origem diversa, mas as formas e funções semelhantes de órgãos como o olho. Em animais muito diversos, com nenhuma afinidade genética ou de origem encontramos formas anatômicas e funções semelhantes para este órgão. Esse fato é uma comprovação da lei da evolução da vida.
Ø O Homem é o ser que possui o cérebro mais complexo e é capaz de transferir-se no tempo.
Ø A vida em si, evolui até nós, e então surge a consciência. Porém, esse processo continua além do humano, a despeito da incompreensão de alguns.
Ø A sensciência é a percepção inteligente das coisas ao redor, do ser inserido no meio. Isso é evidentemente uma qualidade mais desenvolvida no Homem.
Ø A autoconsciência e a sensciência é que permite ao Homem mudar-se, transcender-se a si mesmo.
Ø Existem diferentes graus de evolução no Homem hoje. O medo e a hostilidade são produtos de uma fase anterior, pré-humana.
Ø O Homem animal e o Homem divino são produtos da evolução e tem seu respectivo local nesse processo.
Ø O instinto de sobrevivência, produto da inteligência material, é somente necessária quando há ameaça real no ambiente. Isso já não ocorre pelas condições naturais de vida do ser humano, portanto, a insistência desse mecanismo mental animal e atos derivados só permanece como hábito, vício, e é pré-humano.
Ø Essa propensão ao vício nos torna incapazes de olharmos a nós mesmos, e portanto, que sejamos inteligentes (integralmente) para superarmos esse hábito moto-contínuo e hostilidade latente.
Ø O super-Humano é a expressão da plena consciência de si, de uma sensciência abrangente que permite um alto grau de liberdade interior. Nesse estado inexistem compulsões e expansões físicas, emocionais ou mentais descontroladas, geradoras de animosidades ou incapacidades subseqüentes.
Ø O automatismo é que nos torna prisioneiros.
Ø O Moksha é essa condição de auto-percebimento e sensciência ambiental. Liberdade do passado e integração dos pensamentos e hábitos no presente.
Ø Tornar-se indistintamente amável (nos dois sentidos – de si para fora e de fora para si), sem preferências pessoais é um sinal de iluminação.
Ø A despeito de aparentemente algumas coisas terem dado errado ao longo da história de nossa espécie, todo o processo em si está seguindo a senda da evolução, onde o Homem é o ser que mais pode desfrutar essa realidade, e consequentemente, que é mais responsável por uma condição sustentável desse processo na Terra.
Ø A contemplação da sabedoria e dos sábios é uma forma fundamental de nos permitir transcender o egocentrismo e limitações ilusórias.
Perguntei como devia me colocar, estando ciente dessa realidade evolutiva, para começar a propagar isso aos outros.
§ É necessário que esse percebimento seja mais que mental, pois só a mente é incapaz de incluir outros aspectos do Ser, importantes e necessários para tomar essa iniciativa.
§ Na percepção e inclusão do desapego de certos sentimentos, pensamentos e hábitos mesquinhos é que se produz a força necessária para empreender a propagação do valor da sensciência, do ego como meio, e não fim.