Uma boa e inteligente síntese sobre as sete Raças-Mães

por Antonio Carvalho.

racas mA evolução em nosso Planeta e tudo que nele habita teve início no plano mental ou kamamanásico.

A Terra tinha então forma ígnea, ou de fogo, quando aqui se desenvolveu a Primeira Raça-Mãe, chamada Adâmica ou Polar.

Cada Raça-Mãe desenvolve, segundo Helena Blavatsky, complementada por Henrique José de Souza, 7 Sub-Raças, 56 Ramos Raciais.

Cada Ramo desenvolve 7 Famílias a que os livros sagrados chamam de Tribos.

Repetindo então, temos 7 Raças-Mães na Terra, a saber:

1 – ADÂMICA ou POLAR. Os seres eram considerados Chayas ou sombras, e passaram por 7 estágios que poderiam ser chamados de Sub-Raças, apesar das modificações quase imperceptíveis com o passar de milhões e milhões de anos.

Os seres eram sem sexo e tinham só forma espiritual ou mental.

O sentido correspondente foi o da visão.

A Terra foi então modificando seu estágio de ígneo para gasoso, mas sem similaridade com os gases que conhecemos hoje.

Os chamados espíritos da natureza foram construindo invólucros mais densos para surgiram seres mais densos.

2 – HIPERBÓREA, ou segunda Raça-Mãe. Apesar de os seres serem mais densos, ganhando uma espécie de escama para densificar os invólucros, eram ainda muito espirituais ou mentais, mas já desenvolvendo o chamado corpo astral.

O sentido correspondente foi o da audição, juntamente com o aprimoramento da visão, quando começaram a perceber cores. Ainda assexuados, eram chamados de filhos do suor.

Com o calor, cada gota de suor gerava outro ser. Poderiam ser chamados então de andróginos latentes.

3 – LEMURIANA. Nesta terceira Raça-Mãe, os seres passaram de andróginos latentes para andróginos propriamente ditos.

Em princípio, começaram a se desenvolver a partir de substâncias étero-astrais que, com o tempo, passaram a semi-fluídicas, mais próximas da água que temos hoje.

A reprodução foi se modificando de gotas de suor para ovos como os de galinha. Com o tempo, o ovo foi se interiorizado o surgimento do que poderia ser chamado de ovário, mas ainda eram andróginos desenvolvendo mais um sentido, o do gosto.

Em meados dessa Raça, ou há 18 milhões de anos atrás, estes seres eram gigantescos, atingindo até mais de 50 metros de altura com um olho na testa e três dedos em cada mão e três em cada pé. Foi quando aconteceu a chegada dos chamados exilados de Capela, segundo Edgar Armon, que deram àquele ser o chamado princípio de AHANKARA ou egoísmo, e a divisão deles em masculinos e femininos.

As 7 Sub-Raças já foram melhor definidas. Três sentidos: visão, audição e gosto ou paladar.

Havia muito pouco a saborear então.

Os Agnisvatas deram a esses seres os germens da emissão; os germens do mental concreto e a polarização de prana animando os corpos, dividindo-os em dois sexos.

4 – ATLANTE, ou quarta Sub-Raça. Decorreu da evolução da Lemuriana. O olho da testa foi se interiorizando e se transformou em glândula pineal. Surgiram então os dois olhos na cabeça, quando o veículo físico alcançou maior densidade.

Apesar da estatura ir diminuindo, da Raça Lemuriana para a Atlante, os atlantes eram mais densos e foram chamados Titãs.

A sensação que começaram a desenvolver foi o olfato, mas mesmo no final da última Sub-Raça da Raça Atlante, ainda não distinguiam cheiro, mas o sentido que lhe correspondia era o do tato.

As 7 Sub-Raças dos Atlantes foram já bem delineadas com seus Ramos e Fami1ias a que se referem os chamados livros sagrados das religiões.

Algumas Sub-Raças são conhecidas até pelo mundo profano, como a Quinta Sub-Raça Semita; a Sétima e última, Mongólica, bem como a dos Toltecas.

Foi a vez do mental concreto começar a se desenvolver como sempre com atuação dos elementais ou espíritos da natureza correspondentes.

Tinham 4 dedos em cada mão e 4 em cada pé, correspondentes aos 4 sentidos que possuíam.

Foi a Raça mais brilhante deste Planeta. Tais seres dominaram o átomo sem exalar radioatividade e conseguiram voar nos veículos que chamavam de Vimanas ou discos voadores, segundo o Prof. Henrique José de Souza. Daí o mito da Torre de Babel, ou o desejo de voltarem às origens celestiais, antes de terminarem a evolução na Terra, de acordo com o plano cósmico.

Nossa Raça ainda precisa lutar muito para conseguir ao menos se igualar aos Atlantes em certos setores.

5 – ARIANA, ou Quinta Raça Mãe. Consta que surgiu há 1 milhão de anos atrás, misturando-se à Quarta  Raça-Mãe, ou dos Atlantes.

Foram nascendo crianças com 5 dedos em cada mão e 5 em cada pé. O Manu, ou guia Vaivásvata, separou as melhores sementes e as conduziu à meseta do Pamir, para desenvolver nelas ainda mais o mental concreto, que foi bem desenvolvido com os Atlantes, e dar início à evolução do mental abstrato.

Hoje, com cinco sentidos bem delineados, mesmo que ainda em aperfeiçoamento, visão, audição, gustação, tato e olfação, alguns de nós já tentam desenvolver os dois restantes. A obrigação de nossa Raça Ariana é desenvolver o mental abstrato.

Especificamente, a Quinta  Sub-Raça, que é a nossa, tem o dever, sob pena de praticar crime contra a evolução, de desenvolver o raciocínio abstrato, dedicando-se a tudo que seja abstração: filosofias, religiões, ciências, artes, etc. Pouco importa se há pessoas praticando magia negra pelo pensamento; o que importa é que temos de desenvolver a arte de pensar, de raciocinar, para nos tornarmos racionais, sob pena de provocarmos, para nós mesmos, no futuro, um karma extraordinariamente pesado.

As Raças seguintes são as Raças BIRMÂNICA e ATABIRMÂNICA.

Quem quiser desenvolver a intuição, fazendo cessar os pensamentos, ouvindo o que Helena Blavatsky chama de A Voz do Silêncio, claro que pode e deve, porque estará já trabalhando o que a Sexta  Raça deverá desenvolver, ou seja, a intuição.

E como a intuição puxa o mental abstrato e o concreto, não há problema tentar trabalhá-lo neste momento cósmico. O problema é se esquecer de se esforçar ao máximo para conseguir desenvolver o mental abstrato.

Infelizmente, a humanidade, praticamente inteira, ainda está com o mental enfocado no emocional ou ainda na Lemúria e na Atlântida.

Portanto, os que se interessam por esses assuntos são os chamados escolhidos para o Quinto Sistema ou Quinto Momento Cósmico, que já começou na Terra e deverá ser completado num local que está sendo preparado pelas hierarquias para os lados das estrelas Três Marias.
 

Extraido do Boletim de Julho/Agosto de “O Pensamento”,
órgão do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento.
http://geocities.com/athens/delphi/7207/circulo.html
circuloesoterico@sol.com.br

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