Este texto foi publicado em nossas páginas, não para denegrir ou obscurecer a imagem e o conceito público de uma figura tão marcante e considerada internacionalmente como a de Einstein, mas sim para demonstrar a necessidade de manter a nossa mente sempre aberta diante de fatos tão divulgados como verdades inalienáveis e não ir engolindo irrefletidamente  afirmações que nos são impostas por interesses não muitas vezes inocentes…Hoje em dia não há quem pense duas vezes quando se pergunta quem foi o maior físico da história, é unânime, Albert Einstein. Mas será que realmente conhecemos este indivíduo que tinha notas abaixo da média na escola, não sabia dirigir e sequer conseguia dar algumas pedaladas de bicicleta? Seria este o responsável por grandes descobertas tal como a teoria da relatividade e um dos maiores vencedores do prêmio Nobel? César Lattes, físico brasileiro que esteve prestes a ganhar, por duas vezes, o Prêmio Nobel de Física, por ter descoberto o méson pi, contesta firmemente este judeu-alemão que se tornou um ícone e até objeto de estudo por parte de cientistas que chegaram a analisar parte de seu cérebro. Em entrevista a um jornal, César Lattes afirma que Einstein plagiou a Teoria da Relatividade do físico e matemático francês Jules Henri Poincaré, em 1905. Alega que a Teoria da Relatividade não é invenção dele, que já existia há séculos, “Vem da Renascença, de Leonardo Da Vinci, Galileu e Giordano Bruno”.Jules Henri Poincaré (Nancy, França, 29 de abril de 1854 – 17 de julho de 1912, Paris) foi um matemático, físico e filósofo da ciência francês, também o criador da Teoria da Relatividade (E=mc²) plagiada por Albert Einstein. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Henri_Poincar%C3%A9)

Fotografia de Jules Henry Poincaré quando ainda jovem, com um futuro promissor, mas sem imaginar que um dia teria seus cálculos plagiados por um oportunista.

César Lattes revela que o primeiro a realizar os cálculos corretos para a relatividade foi Jules Henri Poincaré. Lattes alega que a fama de Einstein é mais fruto de seu “lobby” do que de seus méritos como cientista, acusando-o de ter plagiado a Teoria da Relatividade. Nas palavras de Lattes: “Se você pegar o livro de história da física de Whittaker, você verá que a Teoria da Relatividade é atribuída a Henri Poincaré e Hawdrik Lawrence. Na primeira edição da Teoria da Relatividade de Einstein, que ele chamou de Teoria da Relatividade Restrita, ele confundiu medida com grandeza. Na segunda edição, a Teoria da Relatividade Geral, ele confundiu o número com a medida. Uma grande bobagem. Einstein sempre foi uma pessoa dúbia. Ele foi o pacifista que discretamente influenciara Roosevelt a fazer a bomba atômica…”.

O farsante alegava possuir distúrbios, provavelmente para fugir das enormes responsabilidades de grande físico. “Os familiares até acreditavam que ele poderia ter algum tipo de dislexia” – viria a afirmar o diretor da escola onde Einstein estudou.

A prova da incapacidade de Einstein veio quando este recebeu o convite do presidente americano Roosevelt para que ajudasse no desenvolvimento do Projeto Manhattan (bomba atômica). No entanto, jamais veio a fazer parte da equipe do projeto, segundo Lattes, não por ser um “pacifista”, como ele mesmo tentava se auto declarar, mas sim, por não possuir a mínima capacidade. Einstein nunca inventou nada, sempre foi um homem medíocre. Em 1900, aos 21 anos de idade, foi reprovado em um concurso para professor de segundo grau, além do mais, seu conhecimento em física elementar era inferior ao dos próprios alunos daquele nível, tendo obtido apenas a nota “5” nesta matéria. De tão incapaz que era, nunca conseguiu aprender a dirigir um automóvel e mal conseguia andar numa bicicleta. Em 1905, Einstein, funcionário de terceira-classe do Escritório Suíço de Patentes, roubou a “Teoria da Relatividade” desenvolvida pelo físico e matemático francês Henri Poincaré, e a publicou como se dele fosse! Ainda em relação a teoria, foi em 1906 que Poincaré a expôs, num congresso de cientistas, mais precisamente, Sur la dynamique de l’électron, publicado pelo Circolo Matematico di Palermo, t. 21, p. 129-176, em 1906. Se tal publicação é de 1906, segundo Lattes, o trabalho de Poincaré é do ano anterior, portanto, de 1905. Se em 1906, a fórmula já era E= mc², por que em 1911 E= mc² passou a ser diferente nas mãos de Einstein? Se Einstein não era fraudador, era, então, um plagiador? Por que a imprensa endeusa Einstein e ignora quase que totalmente nomes como Henri Poincaré e outros grandes físicos?

Lattes acredita que a ex-esposa de Einstein (Mileva Maric) era quem fazia os cálculos matemáticos para ele, sendo justamente após a separação do casal que nada mais foi produzido por Einstein.

Abaixo a entrevista concedida por César Lattes ao jornal Diário do Povo, Campinas, 5 de julho de 1996.

César Lattes — Einstein é uma fraude. Ele não sabia a diferença entre uma grandeza física e uma medida de grandeza. Uma falha elementar.

D.P. — E onde exatamente ele cometeu a falha da qual o senhor está falando?

César Lattes — Quando ele plagiou a Teoria da Relatividade do físico e matemático francês Henri Poincaré, em 1.905.

A Teoria da Relatividade não é invenção dele. Já existe há séculos. Vem da Renascença, de Leonardo Da Vinci, Galileu e Giordano Bruno. Quem realizou os cálculos corretos para a Relatividade foi Poincaré.

A fama de Einstein é mais fruto do seu lobby do que do seu mérito como cientista.

Ele plagiou a Teoria da Relatividade. Se você pegar o livro de História da Física, de Whittaker, você verá que a Teoria da Relatividade é atribuída a Henri Poincaré e Hendrik Lorentz.

Na primeira edição da teoria da relatividade de Einstein, que ele chamou de Teoria da Relatividade Restrita, ele confundiu medida com grandeza. Na segunda edição, a Teoria da Relatividade Geral, ele confundiu o número com a medida. Uma grande bobagem.

D.P. — Então o senhor considera a Teoria da Relatividade errada? Aquela famosa equação E=MC² está errada?

César Lattes — A equação está certa. É do Henri Poincaré. Já a teoria da relatividade do Einstein está errada. E há vários indícios que comprovam esse ponto de vista.

D.P. — Mas professor, periodicamente lemos que “mais uma teoria de Einstein foi comprovada”…

César Lattes — É a turma dele, o lobby, que continua a alimentar essa lenda. Tem muita gente ganhando a vida ensinando as teorias do Einstein.

D.P. — Mas, e o Prêmio Nobel que ele ganhou por sua pesquisa sobre o efeito fotoelétrico em 1.921?

César Lattes — Foi uma teoria furada. A luz é principalmente onda. Ele disse que a luz viajava como partícula. Está errado, é somente na hora da emissão da luz que ela se apresenta como partícula. E essa constatação já tinha sido feita por Max Planck.

Cesare Mansueto Giulio Lattes, filho de imigrantes judeus italianos, mais conhecido simplesmente como César Lattes, (Curitiba, 11 de julho de 1924 — Campinas, 8 de março de 2005) foi um físico brasileiro, co-descobridor do méson pi. (http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9sar_Lattes)

Fonte: verdade1945.blogspot.pt

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