Festival das Almas Livres

almas-livres-FDizem os textos da Doutrina da Tradição que, desde as mais antigas civilizações, os homens sempre acreditaram que possuíam uma alma que sobreviveria à morte do corpo físico.

Ela teria sido moldada para abrigar a Centelha Divina, ou a consciência, permitindo que esta se manifestasse nas esferas mais grosseiras da criação.

Em sua origem era livre, pura, delicada e desimpedida – não tinha peso algum. O ser podia flanar livremente com ela, totalmente solto, em seu paraíso. Porém, na medida em que se aprofundava pelos meandros do Universo, em seu processo de evolução, ela foi adquirindo massa, tornando-se mais pesada, perdendo a mobilidade e por não saber como livra-se das cargas aderidas a cada experiência vivenciada, o ser terminou prisioneiro no interior de sua alma, agora pesada e com pouca capacidade de movimentação. Não podia mais retornar à casa paterna, havia sido expulso do paraíso, restava só a vaga saudade de um berço dourado, de um ponto encantado de origem. Havia descoberto o sofrimento, a insegurança e o medo.

Quem são estas cargas que aprisionam a alma e que provocam profundas angústias ao ser?

São energias nocivas, criadas por situações de perdas, culpas, invalidações, mentiras, frustrações, acusações e funcionam como fantasmas que assombram a vida, gerando condições contrárias aos interesses primordiais do ser em crescimento. 

Cada relacionamento entre almas também cria laços, mais ou menos fortes, dependendo da intensidade das emoções colocadas em jogo. São os chamados karmas inter-pessoais, as obsessões, os ‘encostos’, as perturbações espirituais… 

No final, todas estas experiências do passado, ficam registradas nossos bancos de memória mais profundos e funcionam como um pesado lastro impedindo nosso sucesso maior.

Numa imagem figurada poderíamos imaginar o ser como uma árvore de Natal, com as energias negativas aderidas como neve ou algodão cinzento em suas folhas e os seres karmáticos como horríveis pingentes, ou bolinhas fantasmagóricas, dependurados em seus galhos vergados pelo peso.

Em todas as religiões, seitas, cultos espirituais, sociedades herméticas, podemos encontrar maneiras, mais ou menos eficientes de aliviar as cargas da alma deixando-a mais livre. São as cerimônias de descarrego e limpeza.

Almas-livresFoi pesquisando todo este material que nós, do Imagick, criamos o Festival das Almas Livres. Uma proposta de liberação do ser, para que ele possa ser mais autentico, mais forte, mais livre e mais capaz…

Se você não é impressionável, se não está sob cuidados psiquiátricos, se tem nervos fortes e está disposto a enfrentar esses “demônios” da mente, fica desde já convidado a participar do próximo Festival das Almas Livres, o excepcional processo de liberação desenvolvido pelo Imagick.filipeta

 

cklan22Click na sacerdotisa para maiores informações.

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