Durville

 Hector Durville
(França, 1.848 –  França, 1.923)
imageG99Magnetizador, investigador metapsíquico e escritor francês. 
 
Continuador da obra do barão Du Potet e de Mesmer.
Foi secretário geral da Societé Magnétique da França e diretor do Journal du Magnétisme et du Psychisme Expérimental, órgão desta sociedade.    Em 1870, fundou a editorial Durville, dedicada à publicação de obras relacionadas com o magnetismo e o psiquismo. Realizou estudos experimentais sobre o desdobramento do corpo humano.

    Autor de uma história do magnetismo em colaboração com Paul C. Jagot e de outros trabalhos sobre o tema que ordenaram os conhecimentos existentes e se converteram em breviários para os magnetizadores.

Entre outras coisas, ele realizou uma série de estudos experimentais sobre a projeção consciente do corpo astral. Durville é autor de uma história do magnetismo e de outros trabalhos sobre o tema que coordenaram os conhecimentos existentes e que tornaram-se breviários para os magnetizadores. Ele é considerado “pai espiritual” dos  magnetizadores franceses.

    Seus filhos, os doutores Gaston e André, dedicaram-se ao naturismo e Henri, ao ocultismo. .
 

     O poder de ação do magnetismo humano é um fato conhecido a muitos milênios. Entretanto, era um assunto tratado apenas no interior das escolas iniciáticas de mistério, passados sob juramentos de segredo terríveis, ficando completamente vedado às pessoas comuns.
 

    durv2 Paracelso, na Idade Média, com suas publicações abre as portas do Magnetismo Humano para o público profano.
 

     Duzentos anos mais tarde o assunto é retomado de forma retumbante por Mesmer, em Paris. Nos salões de seu palacete, abarrotados de pessoas que buscavam cura para seus males, ele promovia verdadeiros espetáculos magnéticos. O sucesso foi tanto que desperta inveja e ciume entre seus concorrentes, mentiras são inventadas, sindicâncias mal intencionadas são feitas  e desta maneira, ele terminou sendo violentamenta calado pela ciência ortodoxa da época. Taparam-lhe a boca, retiraram seu poder, sumiram com boa parte de suas publicações. Desgostoso ele retirou-se do cenário para morrer em solidão.
 

     Porém, sua doutrina continuou sendo estudada e desenvolvida, nos bastidores da história, por muitos seguidores. Estão entre eles o Marquês de Puysegur (1751-1825), discípulo fiel e direto do mestre; o naturalista Deleuze (1753 -1835) com seus passes magnéticos; o Barão Polet (1786-1881) e a teoria do pensamento ativo; Lafontaine (1803-1892) com seu sono magnético; no início século passado, o Dr. Tony Moilin e outros tantos que juntos ajudaram a manter acesa a chama magnética.

Henri DURVILLE: Ocultista e escritor francês. Sucedeu a seu pai (Hector) como secretário geral da Société Magnétique da França mas posteriormente, sem abandonar completamente o magnetismo, dedicou-se em especial ao estudo do ocultismo.

Em 1928 fundou em Paris a Ordre Eudiaque, uma sociedade de iniciação esotérica que ensina uma doutrina de inspiração egípcia.

A partir de 1910 dirigiu a casa editora fundada por seu pai, sendo ainda autor de meia centena de obras sobre ocultismo. imageGBH

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O CORPO ASTRAL OU EMOCIONAL

durv1Em 1909, Hector Durville, emérito magnetizador, dando sequência aos estudos do coronel A. de Rochas, conseguiu isolar dissociar, exteriorizar e estudar experimentalmente o terceiro elemento do complexo humano o Corpo Astral ou Emocional (os dois primeiros são: o corpo físico e o duplo etérico). Antônio J. Freire no livro Da Alma Humana narra assim a descoberta:

“Um dia, Hector Durville, no decurso de suas experiências, reconhecendo que o fantasma estava perfeitamente condensado e que todos os esforços magnéticos que fazia diretamente sobre o passivo nada produziam de novo e digno de interesse, resolveu continuar a magnetização, não sobre o passivo, mas diretamente sobre o fantasma (o duplo etérico). Pouco depois, o passivo declarava que deste fantasma inicial se exteriorizava em outro de cores menos vivas que o primeiro, de azul claro no seu conjunto, mas que a sua luminosidade aumentava gradualmente à medida que se ia obscurecendo o fantasma primitivo. Hector Durville achou-se, pois, em presença de dois fantasmas diferenciados, estando o segundo ligado ao primeiro por um cordão fluídico (corpo astral e duplo etérico), e o primeiro (duplo etérico) ligado ao corpo físico do passivo por um cordão também de natureza fluídica e hiper-física”. (Antônio J. Freire, Da Alma Humana, Cap. VI, pág. 116) (As expressões em itálico são nossas).

O corpo astral é muitas vezes denominado de corpo perispiritual, como mencionamos anteriormente, quando se toma a parte pelo todo, mas quando o compreendemos como o corpo que nos possibilita a movimentação e existência no plano extrafísico, sendo uma das unidades ou campos formadores do corpo perispiritual, fica mais fácil interpretarmos inúmeros fenômenos, dentre eles o relatado por André Luiz no livro Nosso Lar no capítulo 36:

17195_lelek_hector“O sonho não era propriamente qual se verificava na Terra. Eu sabia, perfeitamente, que deixara o veículo inferior no apartamento das Câmaras de Retificação, em “Nosso Lar”, e tinha absoluta consciência daquela movimentação em plano diverso”. (André Luiz, Nosso Lar, Cap. 36, pág. 197) (Os negritos são nossos).

Que organismo inferior era esse se André Luiz já estava desencarnado?

Só poderia ser o Corpo Astral e André Luiz desdobrado em Corpo Mental assimila do novo ambiente em que se situava energias sublimadas, formando transitoriamente um novo corpo astral, mais sutil, para se expressar na região para onde fora conduzido:

“Ao passar de um mundo para outro, o Espírito se reveste instantaneamente da matéria própria de cada um deles, com a rapidez de um relâmpago”. (Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, perg. 187)

 

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